Esta Obra Literária tem como objetivo principal suscitar no leitor e na leitora uma reflexão de fatos e acontecimentos que ocorrem na vida dessas mulheres que têm suas liberdades cerceadas por algum motivo.
O escritor e poeta Antônio Santana, também narra a história de mulheres solteiras sozinhas por falta de sorte, opção na vida pessoal e sentimental ou porque jamais conseguiram sair de seus próprios cativeiros comodistas, que as levaram ao MEDO de se arriscarem em relacionamentos, de amarem e se apaixonarem, enfim, de lutarem pela felicidade ou por razões circunstanciais, cruzarem ou cruzaram o caminho da infelicidade. Ou quem sabe talvez estejam presas dentro de suas ideias obsoletas, fundamentalistas, doutrinárias e surrealistas em pleno Século XXI. Mulheres inteligentes, mas tomadas pelo medo de amar, de se entregar, de se libertar e de tentarem ser felizes com suas escolhas pessoais no campo sentimental e amoroso.
Nas idas e vindas da trajetória da vida, o que podemos observar explicitamente são mulheres cada vez mais deprimidas, solitárias e sem perspectivas futuristas. Vivendo relacionamentos tipicamente como pessoas que se prendem ao passado, sem atitude, até mesmo sem reação que possa alimentar qualquer esperança de possuir um grande amor ou conquistar uma boa amizade masculina que lhe traga conforto e segurança. Mulheres cheias de vida, apesar disso, carregam muita tristeza em seus olhares e corações de insucesso em suas particularidades que somente elas entendem e compreendem o porquê. Pessoas que trazem em si a frieza, a indecisão, muito pensativas e pouco reativas com o coração. Talvez a principal alegria dessas mulheres seja o seu trabalho, a sua religião e o aconchego de suas famílias. Sabendo-se que elas são mulheres maravilhosas e extraordinárias, mas, ainda assim, suas prisões as condenam. São mulheres que não souberam ou não viveram o seu lado feminino de poder namorar, aprontar, se arriscar e se aventurar para tentar ser feliz ou infeliz ao lado de algum homem que despertasse uma paixão de verdade que as libertasse dos seus cativeiros pessoais e sentimentais.
Portanto, esta é uma narrativa baseada em fatos reais e fictícios acerca de mulheres que se tornaram escravas de seus próprios medos. Que será construída a partir de experiências vividas e vivenciadas na visão do autor, a partir da realidade de mulheres sertanejas, baianas da Caatinga e do Cerrado do Nordeste brasileiro.
Você, leitor e leitora, fará uma viagem por estradas jamais trafegadas sentimentalmente pela beleza, sensibilidade e riqueza dessas mulheres que, de um jeito ou de outro, não tiveram ou não quiseram ser felizes em seus “mundos” reais ou imaginários. Mulheres, que merecem todo carinho, todo respeito, toda atenção e reverência pela coragem de suas escolhas de vida. De condutas inquestionáveis e que, mesmo aparentemente ficando à margem da sociedade feminista da moda, da exuberância e dos vícios, elas conseguem sobreviver ainda que não se julguem pela beleza ou simpatia de seus próprios espelhos. São mulheres que nas suas intimidades não precisam ser compreendidas pelas opções que fazem ou fizeram, mas de um mútuo RESPEITO como pessoas humanas.
Nesta perspectiva, o autor apresenta esta obra “Mulheres Prisioneiras de Si Mesmas, o Preço da Solidão”, para mostrar as várias facetas que a vida lhes proporciona a todo o momento na constante exigência de uma mudança de postura e de atitude na atual sociedade. É necessário acompanhar a mudança do tempo cronológico e sociológico do nosso Tempo, em que as figuras femininas precisam ser valorizadas, abraçadas, amadas e tratada como verdadeiras damas que dignamente conquistaram o seu lugar no topo desta mesma sociedade MACHISTA, racista e egoísta que maltrata, machuca, humilha, discrimina e de “homens” que matam mulheres, muitas vezes, por coisas banais motivados pelo ciúme descontrolado. Que, aliás, por nenhuma razão deveria tirar a vida nem de mulheres e nem de nenhuma outra pessoa humana, independentemente da cor da pele, do sexo, da raça ou da RELIGIÃO que professa.
Este livro apresenta temáticas que retratam em textos, de forma breve, os problemas pelos quais as mulheres passam no seu cotidiano, como por exemplo, a violência contra a mulher, que vale a pena não somente refletir, analisar, contestar, manifestar, estudar por meio de pesquisas e dados estatísticos, como, também, criar formas e medidas eficazes para combater todos e quaisquer tipos de violência, em especial, contra a MULHER independentemente da sua cor, mas contra qualquer gênero, grupo, condição social e etnia no Brasil.
Em contraste à violência, é possível passear pela abordagem de que a liberdade das mulheres, bem como, a mulher negra brasileira e tantos outros temas que você, meu caro leitor e leitora, certamente irá se debruçar numa leitura apaixonante, e, ao mesmo tempo, fará a sua interpretação acerca do contexto atual em que estamos todos inseridos e vivendo na Sociedade Brasileira.







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